pedaços de solidão
á procura de matar o desejo eu provei a tua língua e saliva mas nada encontrei nesse deserto tu tão morta e eu pleno de vida as tuas pernas rolaram do sofá o teu corpo moveu o meu olhar suspenso em perpetuo silêncio agarrei num só folgo o teu andar pelo caminho caíram pedaços como gelo senti-os na minha mãos tombaram no chão sonhos esquecidos sujos como trapos de solidão |

Comments on "pedaços de solidão"
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Anónimo said ... (1:19 p.m.) :
post a comment"...o lilás pode ser terno e selvático como a boca pode beijar ou morder."
Beijinho grande
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